terça-feira, 24 de abril de 2012





A REVELAÇÃO




             Pela manhã, comecei a rotina de todo os dias, preparar para enfrentar os “pepinos” do meu trabalho. Ouço a campainha, me troco e vou abrir a porta. “Meu Deus, um homem caído bem em frente a minha porta”.Pensei numa série de soluções, mas as minhas pernas não conseguiam sair do lugar, meu corpo estava todo trêmulo. Passado alguns instantes, consegui ordenar meus pensamentos, entrei e decidi ligar para a polícia, mas para aumentar ainda mais minha indignação, foram chegando pessoas, fazendo perguntas, como se eu soubesse as respostas sobre o ocorrido. Finalmente a polícia chegou, afastando as pessoas, tentando organizar a cena do crime.

       Quando terminado as acariações, fiquei mais aliviada, pois ficou constatado, que o crime não tinha ocorrido em frente a minha porta, pelas condições do cadáver, estava duro e gelado, mesmo assim, fui intimada para comparecer a delegacia para prestar informações, por ser a primeira pessoa a ter contato com o cadáver.

      Durante as investigações, fui afastada do meu emprego e o pior era que se a polícia não descobrisse quem era o pobre homem e quem o havia assassinado, eu estaria em apuros.

       Como eu não o conhecia, fiquei surpresa com esta situação.Quem o teria matado e por qual motivo? De repente, uma carta anônima chega as mãos dos policiais, que para minha surpresa e ao mesmo tempo decepção, o assassino era o Sr. Willians, meu chefe, que matou-o, após ter descoberto  uma suposta  traição conjugal de sua esposa com o referido morto, e para ficar ileso do caso, jogou-o diante da minha porta para eu ser culpada.


2 comentários:

  1. Esta foi uma crônica criada a partir de uma situação do curso "Práticas".

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  2. Gostei muito da crônica escrita pela Mirella. Mostra-nos como as ações de pessoas que nos rodeiam podem ser imprevisíveis. Sabemos que, mesmo sendo um trabalho de ficção pode ocorrer em qualquer cirscuntância.

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